Eduardo Lourenço

Nasci a 23 de maio de 1923, numa pequena aldeia da Beira Interior. Sou o mais velho de sete irmãos. O meu pai chamava-se Abílio de Faria e foi Capitão de Infantaria, a minha mãe chamava-se Maria de Jesus Lourenço.

No Dia Internacional da Língua Portuguesa (5 de maio), os finalistas do Colégio de Santa Teresa de Jesus iniciam a publicação de biografias (ficcionadas) de portuguesas e portugueses com carisma. Agradecemos um comentário que revele a valorização do seu trabalho.


Eduardo Lourenço

Biografia ficcionada:

Nasci a 23 de maio de 1923, numa pequena aldeia da Beira Interior. Sou o mais velho de sete irmãos. O meu pai chamava-se Abílio de Faria e foi Capitão de Infantaria, a minha mãe chamava-se Maria de Jesus Lourenço.

Mudei-me para a Guarda em 1932 e dois anos depois ingressei no Colégio Militar.

Em 1940, fui estudar para a Universidade de Coimbra, onde encontrei um ambiente aberto e propício à reflexão cultural que foi sempre progredindo. Obtive a licenciatura, em 1946, em Ciências Histórico-Filosóficas.

Um ano depois, colaborei com Joaquim de Carvalho e tornei-me assistente da Faculdade de Letras. Foi nesse período que publiquei o meu primeiro livro, Heterodoxia.

Em 1954, casei-me com Annie Salomon, em Dinard, e, após passar um ano como professor convidado em Filosofia, comecei a viver em França.

Recebi diversos prémios e condecorações, incluindo o Prémio Camões, em 1996.

Aos 97 anos, no ano de 2020, vivia em Lisboa...


Frases de Eduardo Lourenço:

“Mais importante que o destino é a viagem.”

“As pessoas não se queixam tanto do que se escreve sobre elas. Do que as pessoas se queixam é do que, sobre elas, a gente não escreveu.”


Comentário::

Para mim, estas frases são muito importantes. O mundo avança muito depressa e, por vezes, esquecemo-nos de aproveitar a vida e o que ela tem para nos oferecer, focamo-nos no que tem menos importância... É necessário parar e refletir!


Marta e Eduardo
– Finalistas 2020/21 – Colégio de Santa Teresa de Jesus

(imagem de: Eduardo Lourenço)